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LUZ

por sopa-de-letras, em 08.10.16

Apesar da minha mao apertar a tua, numa tentativa inutil de a aquecer, tu foste e nao me levaste.

Pois fica sabendo que nao fiquei nada satisfeita com essa atitude.

Sabes muito bem que nunca houve lugar a rotura, apesar de muitas vezes, ambos clamarmos por independencia.

O teu pijama continua aqui pendurado na cadeira do quarto, tal e qual como o deixaste, e nao percebo porque nao vens arruma-lo, ja que tanto te preocupas em que tudo esteja sempre no seu lugar.

Imagino-te na cozinha a preparar a nossa tosta mista e o cafe. Mas demoras !

Se eu me levantar e for ter contigo, nao te esquecas de apagar a luz da cozinha e acender apenas a do exaustor, para nao ferir os meus olhos. Sempre foi assim. Vindos da noite, os teus olhos precisam de muita luz, ao contrario dos meus que preferem habituar-se gradualmente `a claridade.

Hoje, mais do que nunca, apaga a luz por favor. Com a claridade nao consigo ver-te, e os meus olhos estao magoados, feridos da tua ausencia.

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publicado às 06:37

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